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Consultor de Marketing digital
A maioria das empresas ainda disputa posição no Google como se estivéssemos em 2015.
Palavra-chave. Backlink. Ranking.
Mas existe um território muito mais poderoso — e ainda pouco explorado: o tráfego de descoberta.
O Google Discover não espera o usuário pesquisar.
Ele antecipa o interesse. Ele prevê o comportamento. Ele entrega antes da intenção virar busca.
E aqui está o ponto estratégico:
Quem domina o Discover não compete por clique. Ele conquista atenção antes da concorrência existir.
Se você é Douglas Dono, isso significa previsibilidade de audiência.
Se você é Marina Marketing, isso significa escala sem depender exclusivamente de mídia paga.
Mas entrar no Discover não é sorte.
É engenharia de conteúdo.
Neste artigo você vai aprender 5 estratégias práticas para transformar seu blog em uma máquina de tráfego previsível em 2026.
No Discover, a imagem não é um detalhe.
Ela é o outdoor.
Diferente da busca tradicional, onde o título lidera a decisão, no Discover o impacto visual vem primeiro. O usuário está rolando o feed. Se a imagem não interromper o padrão, você perdeu.
Em vez de:
Foto de reunião corporativa genérica
Use:
O algoritmo entende comportamento.
Se a imagem gera clique e retenção, ele amplifica.
Frase-chave:
No Discover, design é distribuição.
O Google evoluiu o conceito de E-E-A-T (Experience, Expertise, Authoritativeness, Trust).
E no Discover isso pesa ainda mais.
Ele prioriza:
Exemplo:
Artigo escrito por [Nome], especialista em Growth Marketing B2B com X anos de mercado e Diretor de Estratégia na Beatz.
Isso reduz risco algorítmico.
Para o Google, autoridade é previsibilidade.
Para o decisor B2B, autoridade é redução de risco.
E para 2026:
Autoridade será mais importante que volume.
O Discover pune título enganoso.
Se o usuário clica e sai rápido, o algoritmo entende como frustração.
E frustração derruba distribuição.
❌ Errado: “O segredo que ninguém te conta sobre SEO”
✅ Certo: “Como reduzimos o CAC em 30% usando automação de conteúdo em 90 dias”
Percebe a diferença?
Um gera curiosidade vazia.
O outro gera curiosidade ancorada em resultado.
Frase estratégica:
Curiosidade sem credibilidade é penalizada.
Curiosidade com prova é amplificada.

O Discover ama novidade.
Mas não é sobre ser “o primeiro a falar”.
É sobre ser o primeiro a explicar bem.
Quando surge:
Você tem uma janela curta de distribuição orgânica massiva.
Exemplo B2B:
Sai uma nova integração entre CRM e IA.
Em 24h você publica:
“Como usar a nova integração X para aumentar oportunidades B2B em 30 dias”
O Discover prioriza:
Insight importante:
Recência sem profundidade não sustenta.
Recência com clareza vira autoridade.
Se o site demora mais de 2 segundos no 4G, você já perdeu parte da entrega.
O Discover é essencialmente mobile.
Considere também:
A IA prioriza experiência porque experiência gera retenção.
E retenção gera distribuição.
Frase forte:
Performance não é detalhe técnico.
É critério algorítmico de sobrevivência.
SEO tradicional ainda importa.
Mas o jogo evoluiu.
Hoje existem três camadas:
Quem domina apenas a primeira, disputa tráfego.
Quem domina as três, constrói previsibilidade.
E previsibilidade é o que Douglas Dono quer.
É o que Marina Marketing precisa para provar resultado.
Aparecer no Discover não é sobre escrever mais.
É sobre:
O algoritmo faz uma pergunta silenciosa:
“Esse conteúdo merece ser mostrado para milhares de pessoas agora?”
Se a resposta for sim, ele distribui.
Se for talvez, ele ignora.
O SEO não morreu.
Ele expandiu.
E quem entender isso primeiro, escala primeiro.
A Beatz é especialista em Growth Marketing B2B e ajuda empresas a construir autoridade digital previsível, combinando SEO, Inteligência Artificial e estratégias de conteúdo orientadas a negócios.
Se você quer transformar seu blog em um ativo de geração de demanda — e não apenas um repositório de artigos — conheça mais em: