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Consultor de Marketing digital

Imagine descobrir que quase tudo o que o Google negou nos últimos 10 anos sobre o seu algoritmo… era verdade.
Em maio de 2024, um vazamento de mais de 2.500 páginas de documentos internos do Google revelou como o buscador realmente coleta, organiza e classifica informações nos resultados de busca. O impacto disso na comunidade de SEO foi imediato — e gigantesco.
A boa notícia? Agora sabemos exatamente onde colocar o foco para melhorar a performance de um site de forma estratégica e baseada em evidências reais.
Neste artigo, você vai aprender 20 ações práticas, baseadas nesse vazamento, que podem transformar seu SEO e colocar seu site à frente da concorrência.
Antes de entrarmos nas ações, precisamos entender a magnitude do que aconteceu. O vazamento não foi uma “dica de blogueiro”, mas a exposição de 2.596 módulos internos com mais de 14.014 atributos de classificação que os engenheiros do Google usam (ou usaram) para moldar a busca.
Aqui estão os 3 “segredos de estado” que vieram à tona e que mudam tudo o que sabíamos:
O Google sempre negou que dados do navegador influenciassem o SEO. Mentira. A documentação revelou atributos como chromeInTotal, que mede o volume de tráfego e o comportamento do usuário diretamente no navegador. Isso significa que se as pessoas salvam seu site nos favoritos ou digitam sua URL diretamente, o Google entende que você é uma autoridade.
Durante anos, o Google disse que não existia uma “pontuação de autoridade” global para um domínio. O vazamento mostrou o contrário: o atributo siteAuthority existe. O algoritmo não olha apenas para a página isolada, mas para o “peso” do site como um todo. Se o seu domínio é fraco, mesmo um conteúdo excelente terá dificuldade de subir.
O Google revelou o uso massivo do sistema Navboost, que armazena o histórico de todos os cliques em buscas nos últimos 13 meses. Eles conseguem identificar:
Nota de Autoridade: Entender esses atributos nos permite parar de “tentar adivinhar” e começar a otimizar o site para o que o algoritmo realmente mede: satisfação real e comportamento do usuário.
Durante anos, muitos profissionais de SEO se basearam em testes e declarações ambíguas de porta-vozes do Google para montar suas estratégias. O que era especulação virou confirmação.
Agora sabemos que:
Por que isso importa: O Google usa métricas de cliques “bons” e “ruins” para ranquear páginas. Um clique ruim é aquele em que o usuário volta para o resultado de busca rapidamente.
O que fazer:
titleMatchScore é um atributo usado para medir a correspondência entre o título da página e a intenção da busca.
O que fazer:
O Google analisa o atributo hostAge, que ajuda a decidir se confia ou não em um site novo.
O que fazer:
Por que isso importa: O PageRank da homepage é usado como proxy para novas páginas, segundo o documento vazado.
O que fazer:
Por que isso importa: O atributo homePageInfo classifica links com base na confiabilidade da homepage da página que faz o link.
O que fazer:
O que é: Um mecanismo temporário que reduz a visibilidade de sites ou autores recém-criados até que provem sua confiabilidade.
O que fazer:
Por que isso importa: O Google cruza diferentes formas de data (bylineDate, syntacticDate, semanticDate) para validar a atualidade de uma página.
O que fazer:
O Google e as IAs generativas citam páginas que explicam bem, de forma direta e organizada.
O que fazer:
O Google usa embeddings para medir a coerência temática do seu site. Atributos como siteFocusScore e siteRadius são usados para isso.
O que fazer:
Atributos como avgTermWeight e fontsize mostram que o Google rastreia até o tamanho da fonte usada nos textos.
O que fazer:
O que importa: O Google mantém versões históricas da sua URL e analisa as últimas 20 alterações.
O que fazer:
O atributo OriginalContentScore mostra que originalidade > tamanho.
O que fazer:
A documentação vazada mostra como o Google tenta validar a entidade por trás do autor e do site.
Checklist prático:
Por que isso importa: O Google usa o atributo chromeInTotal para avaliar visualizações e comportamento.
O que fazer:
Por que isso importa: SEO agora exige decisões rápidas baseadas em dados.
O que fazer:
O Google lê estrutura, não emoção. Schema ajuda a IA a entender o conteúdo.
Sugestões:
Por que isso importa: A nova disputa é pela citação em respostas da IA, não apenas pelo primeiro lugar no Google.
O que fazer:
Segundo o vazamento, blogs são um dos formatos mais citados por sistemas de IA.
O que fazer:
O atributo smallPersonalSite pode ser usado pelo Google para rebaixar ou ignorar sites menores.
O que fazer:
Por que isso importa: IAs como Perplexity, ChatGPT e SGE usam fontes confiáveis para suas respostas.
O que fazer:
Agora sabemos o que o Google valoriza e temos a chance de usar isso para acelerar resultados com transparência e estratégia.
SEO de verdade, daqui pra frente, será sobre:
✅ Confiança
✅ Conteúdo com profundidade
✅ Dados em tempo real
✅ Autoridade legítima
Se você quer auditar sua presença digital à luz dessas novas regras, posso te ajudar a criar dashboards integrados e estratégias práticas com foco em crescimento real e duradouro.